Los Angeles Kings
| Conferencia | Oeste |
|---|---|
| Divisao | Pacifico |
| Fundação | 1967 |
| Historia | Los Angeles Kings 1967–presente |
| Arena | Staples Center |
| Cidade | Los Angeles, California |
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Como feito ano passado pelo famoso Lipao santista, é hora de dar uma olhada no que nosso companheiro Rich Hammond, do LA Kings Insider, tem a dizer de nossos jogadores nesta temporada que se passou. Como o senhor Felipe agora só tem tempo pra Neymar, Ganso e Robinho, aproveitei e fiz eu mesmo. Confira o texto original em ingles em: http://lakingsinsider.com/
Dustin Brown
Temporada 09/10: 82 jogos, 24 gols, 32 assistencias, 41 penalty minutes, 19:15 average ice time.
O bom: Brown voltou muito bem depois de sua experiência olímpica, e teve um brilhante fim de temporada regular, com seis gols (incluindo um hat-trick) e quatro assistências em seus últimos seis jogos. Esse bom término lhe permitiu ultrapassar o total de pontos da temporada passada(53) e chegar a quatro pontos de igualar a melhor marca da carreira (60), obtida há duas temporadas. Brown liderou o Kings tanto em hits quanto em chutes a gol, e foi estável, um respeitado capitão que foi aos playoffs pela primeira vez em sua carreira.
O ruim: Brown continua propenso a longos períodos de seca, em termos de produção de pontos, e parece deixá-lo incomodado mais do que outro qualquer jogador de frente. Por diversas vezes, Brown tenta forçar uma jogada na zona ofensiva, ao invés de simplesmente ler o jogo e fazer algo mais simples, seja colocar o disco na rede ou passá-lo. Ele marcou 24 gols pela segunda temporada consecutiva, depois de ter chegado a marca de 33 gols em 2007-08.
Olhando para a frente: É muito fácil esquecer que Brown tem apenas 25 anos de idade. Ele só tem a crescer, e aos poucos quando se sentir mais confortável em seu papel como o capitão, e se tornar um líder, o seu jogo como um todo deve melhorar também. O maior desafio de Brown pode estar no vestiário. As expectativas vão subir para a próxima temporada dos Kings, agora somos o caçador ao invés da caça. Será eles estão preparados?
Marc Andre Cliche
Temporada 09/10: 1 jogo, 0 gols, 0 assistencias, 0 penalty minutes, 7:23 ice time.
O bom: Se é difícil deduzir qualquer coisa em três jogos (Bernier), é quase impossível fazer julgamentos com base em um jogo. Cliche jogou apenas uma partida, dia 2 de março contra os Stars, no papel de center da quarta linha, que é o papel que ele provavelmente se encaixa melhor na NHL. Cliche ganhou a atenção do Kings mais por sua habilidade como atacante defensivo do que como um finalizador, tanto que foi votado como o "herói" do Manchester Monarchs por seus companheiros de equipe nesta temporada.
O ruim: Enquanto Cliche foi capaz de preencher - quando o Kings sofreu com as lesoes - em um papel de top-6 foward esta temporada, ele não mostrou muita ofensividade. Esta temporada com os Monarchs, obteve 11 gols em 66 jogos. A questão para Cliche poderia ser ele mostrar bastante seu lado ofensivo do jogo para ganhar uma atençao do Kings.
Olhando para a frente: Cliche será um dos jogadores mais interessante para assistir na próxima temporada. Seu futuro a curto prazo com o Kings provavelmente depende das respostas a duas perguntas: O que os Kings quer fazer com sua quarta linha e, onde jogará Brad Richardson? Cliche terá a chance de ganhar a posiçao de center de quarta linha, se a vaga se abrir e se ele mostrar qualidade para tal no campo de treinamento. A próxima temporada será a chance de Cliche.
Jonathan Bernier
Temporada 09/10: 3 games, 3-0-0 record, 1.30 goals-against average, .957 save percentage.
O bom: Bem, há muitas coisas. Por duas vezes, o Kings chamou Bernier para jogos fora de casa. O resultado? Ele venceu o Dallas por 2-1, nos shootouts e em Nashville venceu o time da casa por 2-0. Em seguida, duas noites depois, ele ajudou o Kings a conseguir seu unico triunfo pra cima dos Canucks na temporada regular, vitória por 8-3. Bernier demonstrou frieza e confiança, e na AHL, onde passou a maior parte da temporada, ele foi nomeado o goleiro do ano e ajudou os Monarchs a conseguirem a classificaçao aos playoffs.
O ruim: Ruim? Bernier participou de três jogos na NHL e venceu todos eles. Mesmo no jogo em que ele levou três gols, ele nao deixou os Canucks marcarem por 32 minutos, quando levou o primeiro gol o Kings já tinha 5-0 no marcador.
Olhando para a frente: Tende a ser muito, muito interessante. Terry Murray fez questão de dizer, dois dias após o final da temporada, que Jonathan Quick é o seu goleiro nº1, mas se Bernier chegar, no campo de treinamento e pré-temporada, como fez nesta temporada, o Kings terá uma difícil, mas boa, situação em suas mãos. Neste momento é isso. Seu jogo vai ditar como estará a posiçao de goleiros do Kings na próxima temporada.
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Aproveitando a parada olímpica e a falta de notícias da NHL nesses últimos dias, vamos realizar um feed-back desse nosso atual time e nossa situação no momento. Defino o futuro do time do Kings nesse tripe real já abordado, Quick-Doughty-Kopitar formam hoje pra mim essa espinha dorsal da franquia.
Jonathan Quick, goalie que aos poucos foi ganhando espaço aparece hoje como peça-chave da equipe, seu backup Ersberg não é um grande goalie, longe disso, o que tornou Quick como peça principal da atual boa campanha. A posição que contou com jogadores patéticos por algum tempo vê em Quick uma salvação. Lidera atualmente a NHL em número de vitórias.
Drew Doughty, esse com certeza é o maior potencial do time, defensor de 20 anos e que já atua na seleção canadense mostra a cada jogo porque é um talento raro. Dotado de uma habilidade incrível, Doughty já soma 11 gols e 45 pontos e já é apontado como um dos indicados ao Norris Trophy dessa temporada.
Anze Kopitar, com apenas 22 anos o esloveno já o principal jogador da franquia, depois de 4 temporadas na NHL foi nessa temporada que Kopitar deslanchou, com um começo fulminante que até deu a ele a liderança de pontos da NHL e uma capa na 'The Hockey News', Kopitar mostra o porque do maior salário do time. Seus atuais 28 gols e 64 pontos mostram que essa será sua melhor temporada desde sua estréia.
Um nome que também há de se destacar é do nosso GM Dean Lombardi, ele que veio do Sharks após um ótimo trabalho realizado em San Jose, desembarcou em LA para reconstruir um time desarrumado e sem perspectivas de futuro. Deu certo. Com sua linha de trabalho de não fazer loucuras e desempenhar um bom papel no draft, hoje podemos dizer que o Kings apresenta um futuro promissor com vários ótimos prospectos e que amanhã poderão fazer parte de uma equipe vencedora.
O time conta hoje com 78 pontos e aparece na 5ª posição da Conferencia Oeste, com essa atual campanha o time muito provavelmente irá aos playoffs depois de quase 8 anos de seca. Batemos o recorde da franquia em números de vitória consecutivas. Quick também é o recordista em números de vitórias na história do Kings. É o sinal de que o time está no caminho certo para a possível primeira Stanley Cup da franquia, não será esse ano muito provalvelmente, mas ela virá
em um futuro próximo.

Você se lembra da última vez que um jogador do Kings marcou mais de um gol em uma única partida? Se a resposta foi negativa não se precocupe, talvez seja a idade ou então porque faz tempo que isso nao acontece mesmo.
Para se ter uma idéia já se somam 11 jogos sem que alguem marque 2 ou mais gols em uma só partida. A última vez que aconteceu foi na vitória sobre o Wild ainda ano passado, quando Frolov marcou 2 vezes.
Na teoria isso poderia ser ruim, mas na verdade é até benéfico. Isso é sinal que o time depende pouco de algum jogador como referencia, não perdemos poder ofensivo com isso pelo contrário, a cada jogo estamos conseguindo as vitória com um bom numero de gols. Talvez isso seja fruto da adequação do time as constantes lesões dos principais finalizadores do time, Smyth e Williams, ou então isso mostra que o grupo realmente é forte e equilibrado.
Vamos recordar:
- Capitals 1x2 Kings (Hadzus e Smyth)
- Kings 6x2 Sharks (Handzus, Kopitar, Moller, Parse, Simmonds e Smyth)
- Red Wings 2x1 Kings (Smyth)
- Blues 4x3 Kings (Kopitar, Segal e Brown)
- Sharks 2x1 Kings (Jones)
- Ducks 0x4 Kings (Hadzus, Parse, Simmonds e Brown)
- Bruins 3x4 Kings SO (Kopitar, Brown e Stoll)
- Sharks 5x1 Kings (Simmonds)
- Sabres 3x4 Kings SO (O'Donnel, Richardson e Smyth)
- Kings 3x2 Red Wings (Kopitar, Harrold e Richardson)
- Kings 5x3 Leafs (Doughty, Johnson, Stoll, Smyth e Frolov)
Como podem ver são 32 gols em 11 jogos, uma ótima média de aproximadamente 3 gols por jogo e marcaram nessas partidas 16 jogadores diferentes.
(Photo by Harry How/Getty Images)
Como eu havia prometido, a 2ª parte da avaliação, com os restantes 16 jogadores:
JACK JOHNSON
Essa temporada: 41 jogos, 6 gols, 5 assistências, 46 minutos em penalidades, 20:17 média de tempo no gelo.O bom: Quando ele retornou de sua lesão no ombro, seus primeiros 10 ou 12 jogos foram dinâmicos, e ajudaram para contribuir com o melhor hóquei que os Kings jogaram em 2008-09. Johnson foi agressivo, jogou bem e mostrou evidências de que teria atingido seu já bem presumido potencial e se tornar uma força de dois valores.
O ruim: Bem, depois dessas dezena ou dúzia de jogos, ele pareceu regredir. Uma dupla com Drew Doughty, que, a princípio, parecia ter bastante potencial, acabou melando e enquanto Doughty acabou se "graduando" e indo para o par nº 1 com o também novato Davis Drewiske, Johnson acabou jogando com Sean O'Donnell, parecendo que os Kings tinham de protegê-lo, colocando-o assim numa parceria com o estável O'Donnell.
Futuro: Uma das coisas mais interessantes neste verão serão suas negociações, porque ele não tem nenhum direito arbitrário, então terá de ser um acordo mesmo. Seu agente não tem propostas de outros times, mas mesmo assim é uma coisa a ser discutida. Johnson não deu pistas, ao fim desta temporada, se ele faria um contrato longo ou curto. Essas negociações serão fáceis (Brown, Kopitar) ou difíceis (Cammalleri, O'Sullivan)? A resposta vai determinar se Johnson será um King a longo prazo - ou não.
ANZE KOPITAR
Essa temporada: 82 jogos, 27 gols, 39 assistências, 32 minutos em penalidades, 20:27 média de tempo no gelo.O bom: Mesmo que sua produção tenha caído em relação a 2007-08, 27 gols não dá pra ignorar. Além disso, a ênfase de Terry Murray no "campo de treinamento" era para que Kopitar melhorasse seu jogo defensivo. Muito embora seu plus/minus não tenham mostrado isso (eles costumam mostrar?), seu jogo defensivo deu um passo à frente. Ele ralou e acabou acumulando algumas penalidades.
O ruim: É difícil analisar o jogo de Kopitar, porque é difícil dizer o quanto a ênfase pela defesa atrapalhou na sua ofensividade. De uma forma básica e objetiva, foram apenas algumas vezes que ele não parecia ser o jogador de antes na zona de ataque. Será que foi porque tinha de se acostumar com um novo estilo? Será que foi o pesado fardo de ser um alternate? Ou foi apenas uma má fase, como muitos jogadores têm?
Futuro: Na parte mais tardia da temporada, o jogo de Kopitar parecia mais familiar. É interessante Lombardi dizer que Kopitar é um jogador na qual as condições físicas podem melhorar. Como Terry Murray disse muitas vezes, sobre a importância do condicionamento fora da temporada, é uma boa aposta aquela que Kopitar voltará para o campo de treinamento na melhor forma de sua carreira. Será que isso o retornará ao nível de ponto-por-jogo?
TREVOR LEWIS
Essa temporada: 6 jogos, 1 gol, 2 assistências, sem penalidades, 11:36 média de tempo no gelo.O bom: Realidade ou percepção, Lewis parecia decair. Ele fez apenas 12 gols e 16 assistências com 76 jogos com os Monarchs em 2007-08. Ele se recuperou muito bem com 20 gols e 31 assistências em 75 jogos pela AHL. Ele também impressionou em dezembro, quando foi chamado para defender o esquadrão da NHL, e em momentos ele jogava minutos dignos de primeira linha. Lewis conseguiu se impor no meio dos atacantes prospectos.
O ruim: Seis jogos na NHL não é muito para avaliar. Foi um bom ponto pra ele, mas ele vai ter que provar que pode manter esse nível de NHL. Um obstáculo é saber onde ele pode jogar. Seus números, mesmo melhores que da temporada passada, não são relevantes mesmo para a AHL, Então é difícl vê-lo entre os seis melhores até agora. Mas ele teria condições de repor Derek Armstrong?
Futuro: Parece que Lewis terá uma chance no campo de treinamento, mas sua margem para erro será pequena. Com 22 anos, ele ainda é jovem o bastante para passar mais um ano na AHL sem ser à toa, mas o potencial está lá para, pelo menos, conseguir um lugar na 4ª linha.
OSCAR MOLLER
Essa temporada: 40 jogos, 7 gols, 8 assistências, 16 minutos em penalidades, 13:22 média de tempo no gelo.O bom: Os Kings não planejavam colocá-lo na NHL essa temporada, mas ele acabou forçando isso com uma incrível performance no campo de treinamento. Em certas horas, ele realmente mostrou um jogo de calibre da NHL, e uma boa parte de sua carga ofensiva veio no powerplay (cinco ou sete gols, quatro ou oito assistências). Sua habilidade de centrar ou jogar nas pontas lhe dá versatilidade, e ele tem potencial pra jogar em qualquer linha dos Kings.
O ruim: Ele é pequeno, realmente pequeno. Mas também é jovem (20), ainda com potencial de poder pegar um bom físico, e ficar no nível da NHL. Moller estava indo muito bem até ele deixar o time no meio de dezembro pra jogar pela Suécia no Mundial Juniores. Ele lesionou o ombro, perdeu quase dois meses e nunca mais foi o mesmo desde então. Ele também foi uma substituição espontânea (sem motivo de lesão) em importantes jogos de março.
Futuro: Há poucas dúvidas sobre a capacidade de Moller jogar na NHL (se é que há alguma dúvida, isto é), e que há também potencial para ficar mais forte para a próxima temporada. O seu trabalho ético e competitividade foram duas de suas maiores forças desde o dia do draft, e onde quer que os Kings irão, ele será parte disso. A questão principal é: ele está pronto para ser um dos seis melhores atacantes?
MATT MOULSON
Essa temporada: 7 jogos, 1 gol, 0 assistências, 2 minutos em penalidades, 14:30 média de tempo no gelo.O bom: Moulson foi um dos "vencedores" do campo de treinamento, a ponto de merecer, aos olhos de Terry Murray, uma vaga no time logo no começo da temporada. Moulson jogou em 7 dos 10 primeiros jogos do time, e acabou indo para o Manchester depois. Com os monarchs, ele fez a 3ª temporada consecutiva com 20 gols.
O ruim: Moulson está estagnado, nem indo pra lá e nem pra cá. Com 25 anos, ele não é velho, mas a idade já não é boa. Como os Kings querem trabalhar com jogadores mais novos, é provável que Moulson simplesmente saia do radar. Seus números na AHL não são ruins, masa nada que possa colocá-lo na NHL.
Going forward: Ainda não está fora de cogitação a possibilidade de Moulson conseguir uma vaga no campo de treinamento -- se os Kings o trazerem de volta de volta (ele é um agente irrestrito essa temporada) -- mas é muito capaz de ele continuar fazendo o que ele fez nas duas últimas temporadas: ser o jogador-reserva de alguém que estirar algum músculo.
SEAN O'DONNELL
Essa temporada: 82 jogos, 0 gols, 12 assistências, 71 minutos em penalidades, 20:29 média de tempo no gelo.O bom: Quando os Kings adiquiriram O'Donnell dos Ducks -- essencialmente de graça, já que a escolha do draft condicional foi dos Kings -- eles não tinham expectativas irrealísticas. Em O'Donnell, eles viram o veterano que poderia ser presença no vestiário, um zagueiro de chute esquerdo para jogar com Doughty e uma presença firme. O'Donnell acabou sendo isso tudo e mais. Sua média de tempo foi a maior desde 2003-04 e, com 37 anos, jogou todos os 82 jogos pela segunda temporada seguida.
O ruim: Depois de um brilhante começo na temporada, o seu jogo acabou decaindo no meio da temporada, e Terry Murray acabou cortando um pouco do seu tempo de jogo, mas O'Donnell ainda manteve uma regularidade de mais de 20 minutos por jogo.
Futuro: O'Donnell poderia facilmente ser trocado no dia-limite de trocas, mas os Kings o mantiveram para tentar mais um ano de extensão no contrato. Ainda tem um bom espaço para O'Donnell nesse time. Mesmo que Doughty tenha melhorado e não precise mais da proteção que O'Donnell providenciava, seu jogo estável e sua liderança ainda podem ser muito bem usadas por Murray na próxima temporada. Seu condicionamento ainda está ótimo, lhe dando condições para jogar, ao menos, mais uma temporada.
TOM PREISSING
Essa temporada: 22 jogos, 3 gols, 4 assistências, 6 minutos em penalidades, 16:45 média de tempo no gelo.O bom: Bem, seu blog no lakings.com era divertido, certo? Na melhor das ideias, Preissing pode ajudar bastante no powerplay (cinco de seus sete pontos vieram na vantagem numérica) e mesmo por tempos difíceis, ele não reclamou e acabou se tornando popular antes de ir para o Manchester.
O ruim: Uma mistura de jogo confuso com jogo ineficaz o fez disputar apenas 22 jogos esta temporada. Foram U$125,000 por jogo, o que é bem impressionante. Preissing recebeu seu grande contrato de 4 anos com os Kings depois de fazer uma excelente temporada em 2006-07, quando os Senators chegaram às finais da Copa Stalney. Parece bem evidente que Preissing combina muito melhor com o sistema do Ottawa.
Futuro: Não é bom. Os Kings têm mais dois anos de contrato, a U$2.75 milhões por temporada. Se há um contrato que o time gostaria de se livrar, esse é um deles, mas os Kings já estão tomando conta de dois "buyouts" (Cloutier and McCauley), e Dean Lombardi teria que fazer um belo trabalho para conseguir algum GM capaz de resolver isso. Provavelmente, Preissing dirá, "Olá, Manchester.''
TEDDY PURCELL
Essa temporada: 40 jogos, 4 gols, 12 assistências, 4 minutos em penalidades, 13:31 média de tempo no gelo.O bom: Purcell fez 16 gols em 38 jogos com Manchester e, às vezes, mostrou essa ofensividade com os Kings. Purcell trouxe mais repercussão em Março, quando ele marcou pelo menos um ponto em cinco jogos e totalizou, nessas partidas, 2 gols e 6 assistências. Purcell acabou decaindo um pouco perto do fim, mas mesmo assim ainda jogou na 1ª linha, e acabou como parte de uma 3ª linha com Brian Boyle e, às vezes, Brad Richardson.
O ruim: As primeiras aparições de Purcell com os Kings, em dezembro e janeiro, acabaram com um certo descontentamento. Purcell alternou entre a 1ª e 4ª linha. Para Terry Murray, não mostrou produção o bastante para a 1ª linha e tampouco intensidade sufuciente para a 4ª linha, o que resultou numa viagem de volta para Manchester.
Futuro: Supondo que os Kings reassinem com ele (um agente livre restrito), essa próxima temporada será muito importante para Purcell, já que Lombardi uma vez o viu como um potencial ala esquerda de 1ª linha. O seu estilo de jogo indica que ele precisa ser um dos seis melhores para poder jogar na NHL, mas será que seu talento o fará chegar lá? O nível de atividade de Lombardi terá um longo caminho até decidir onde Purcell ficará melhor.
JONATHAN QUICK
Essa temporada: 44 jogos, 21-18-2 campanha, 2.48 média de gols sofridos, .914 porcentagem de defesas.O bom: Com apenas 3 jogos de experiência na NHL, foi chamado para defender quando os Kings trocaram LaBarbera e, de acordo com Terry Murray, deu ao time uma chance para vencer todo jogo. Bem, quase todo jogo, mas é difícil argumentar com o que ele fez pelo time dos Kings. Ele teve 4 shutouts, tomou apenas 6 gols nos últimos 4 jogos e deu boas esperanças de ser o goleiro que os Kings estavam precisando.
The bad: Quarenta e quatro jogos já são bons para avaliar, mas há algumas coisas para provar por parte de Quick. Sim, ele subiu no meio da temporada quando as expectativas não eram altas. O que acontece se no campo de treinamento ele sentir a pressão de ser o nº 1? Ele vai conseguir lidar com isso? Ainda há questões sobre consistência, mas isso é dito sobre todo goleiro jovem.
Futuro: Pelo que parece, Quick será o nº 1 no campo de treinamento. Os Kings o farão merecer essa vaga, e Erik Ersberg e Jonathan Bernier terão suas chances para roubar a vaga dele, mas Ersberg está mais para o backup e Bernier provavelmente passará mais uma temporada na AHL. Nenhum dos jogadores dos Kings é mais competitivo que ele, então cabe a ele encarar esse desafio.
KYLE QUINCEY
Essa temporada: 72 jogos, 4 gols, 34 assistências, 63 minutos em penalidades, 20:59 média de tempo no gelo.O bom: Os Kings tiraram o Quincey da desistência do Detroit na manhã seguinte à da lesão do Jack Johnson, mas o queriam de qualquer forma. Não foi imediatamente claro o porquê, já que Quincey havia jogado apenas 13 jogos na NHL (por 3 temporadas) com os Red Wings, mas ficou claramente rápido mais tarde. Quincey terminou em 2º em assistências na temporada, mesmo tendo que lidar com dores nas costas. Quincey foi uma potência no powerplay, com 27 pontos, e foi uma grade supresa para os Kings.
O ruim: É um pouco difícil classificar Quincey. Ele é um jogador novo? Nem tanto, ele tem 23 anos. Ele era novato? Não, porque ele jogou 13 jogos de playoffs com os Red Wings. É difícil definir em qual estágio Quincey se encontra. Ele poderia melhorar alguns aspectos do seu jogo, mas é difícl criticar seus esforços pelo time, especialmente sabendo as condições de jogo dele.
Going forward: Há algumas dúvidas sobre a vaga de Quincey com os Kings. Suas costas, cirurgicamente reparadas, devem estar 100% no tempo que o campo começar, mas será que a inatividade, devido à cirurgia, terá um impacto negativo para Quincey?
BRAD RICHARDSON
Essa temporada: 31 jogos, 0 gols, 5 assistências, 11 minutos em penalidades, 10:48 média de tempo no gelo.O bom: Numa temporada repleta de começos e paradas -- causada por decisões de técnicos e por uma lesão -- Richardson não mostrou potencial. Ele é um bom jogador de linha e joga com certa agressividade, e seus 14 gols (em 38 jogos) com o Lake Erie da AHL em 2007-08 indica que ele tem algum potencial ofensivo.
O ruim: Richardson pareceu um presente trapalhão de natal que alguém deu a Terry Murray. Lombardi gastou uma escolha de 2ª rodada por Richardson, e Murray nunca pareceu certo sobre o que fazer. A lesão mais bizarra foi no começo de dezembro, quando ele sofreu um corte na perna e perdeu quase dois meses se recuperando porque a lesão se agravava.
Futuro: Richardson cai numa perigosa categoria, como muitos outros atacantes dos Kings. É um jogador de 3ª ou 4ª linha num time que têm muitos deles. Richardson passou sua carreira júnior com o Owen Sound Attack sob o comando do GG Michael Futa, que é o co-diretor dos kIngs de recrutamento amador, então os Kings devem ver algo em Richardson. Ele terá alguma boa oportunidade de mostrar essa temporada?
WAYNE SIMMONDS
Essa temporada: 82 jogos, 9 gols, 14 assistências, 73 minutos em penalidades, 13:50 média de tempo no gelo.O bom: Simmonds era apenas pele, carne e osso em seu 1º campo de prospectos em 2007. Um ano depois, sua performance foi tão dinâmica que o time escolheu mantê-lo por perto. Depois disso, tudo que Simmonds fez foi jogar 82 jogos, mostar energia, jogar defesa, trazer intensidade, patinar rápido e mostrar potencial ofensivo. Numa base porminuto, nenhum jogador dos Kings tirou mais proveito do que Wayne Simmonds nessa temporada.
O ruim: Todo mundo sabe que é a sua fraqueza nesse momento. Ele precisa achar um jeito de pegar mais corpo sem perder velocidade. Não deve ser tão difícil. com cerca de 1,90, Simmonds tem espaço para mais alguns quilos, E ele falou sobre sua vontade de ficar mais forte. Mais alguns 5 ou mais quilos, pode fazer muita diferença.
Futuro: Difícil definir, já que ele ainda é um trabalho em andamento. No pior, ele pode ser uma atacante dinâmico de 3ª linha. No melhor, ele pode desenvolver um senso de artilharia e ser uma encrenca de dois lados. Simmonds fez muita coisa nesses últimos 12 meses, e se ele fizer outros 12 meses similares, os Kings terão uma verdadeira gema.
JARRET STOLL
Essa temporada: 74 jogos, 18 gols, 23 assistências, 68 minutos em penalidades, 17:05 média de tempo no gelo.O bom: O powerplay dos Kings não foi muito bom, mas seria ainda pior sem Stoll. Com seu chute particularmente bom do ponto, Stoll terminou a temporada com 10 gols em powerplay. Seus 18 gols e 41 pontos, entretanto, foi o seu maior em 3 anos, e sua habilidade em faceoffs e suas habilidades defensivas também foram bons.
O ruim: Idealmente, Stoll é um central de 3ª linha, mas os Kings já tem esse central ideal em Michal Handzus. Stoll não é bem um armador, o que dificulta-o a jogar com os goleadores ou numa 2ª linha, mas é muito talentoso para jogar numa 4ª linha. Mas então, é um problema de Murray e Lombardi, não de Stoll.
Futuro: Como um jogador confiável e uma boa presença no vestiário, Stoll tem um lugar estável no time dos Kings. Seu jogo deu uma pequena queda no começo da temporada, e seria bom se ele melhorasse um pouco seu ataque, mas os Kings sabiam bem o que podiam esperar de Stoll, e ele atendeu a essas expectativas.
KEVIN WESTGARTH
Essa temporada: 9 jogos, 0 gols, 0 assistências, 9 minutos em penalidades, 5:02 média de tempo no gelo.O bom: Westgarth, o segundo enforcer dos Kings educado em Princeton, construiu uma sólida reputação em Manchester devido ao seu gosto por confusões. Westgarth, mencionado como um possível sucessor de Raitis Ivanans, teve sua chance no meio de janeiro, não por coincidência, porque foi logo depois do jogo contra Tampa Bay, em que os Kings não responderam a um tranco contra Drew Doughty. Westgarth foi chamado denovo em março quando Ivanans ficou lesionado.
O ruim: Difícil avaliar com dois momentos breves na NHL, mas Westgarth nõ fez nada que merecesse uma vaga no time. Seu tamanho (quase ou pouco mais de 2 metros) e disposição para brigar são bons, mas o que mais além disso? Teve 10 pontos em 65 jogos em Manchester essa temporada.
Futuro: Westgarth é um agente livre restrito nesse verão, e Ivanans tem mais uma temporada no valor de $600,000. Com 25 anos, Westgarth ainda tem tempo para melhorar, e tem uma chance decente para isso, já que Westgarth vai herdar essa vaga de Ivanans. A esse ponto, há uma boa diferença entre Ivanans e Westgarth para justificar uma troca nessa vaga?
JUSTIN WILLIAMS
Essa temporada: 12 jogos, 1 gol, 3 assistências, 8 minutos em penalidades, 17:51 média de tempo no gelo (nos Kings); 32 jogos, 3 gols, 7 assistências, 9 minutos em penalidades, 15:10 média de tempo no gelo (com o Carolina).O bom: Williams veio sobre algumas dificuldades, da qual não teve culpa. Ele foi o jogador que veio de retorno numa toca que mandou Patrick O'Sullivan para Edmonton, e Williams quebrou um dedo na época da troca e demorou duas semanas para estrear pelo time. Depois de 7 jogos sem marcar um ponto, ele marcou 1 gol e 2 assistências no dia 4 de abril contra os Coyotes e jogou na 1ª linha o resto do fim da temporada.
O ruim: Imagine Michal Handzus em 2007-08, quando Handzus jogou aquele típico ano-pós-cirurgia-ACL. Fontes de Carolina disseram que Williams estava regredindo essa temporada, combinado com quatro gols em 44 realmente ficou abaixo de suas performances, que incluíram duas temporadas com 30 gols ou mais.
Futuro: Talvez nenhum jogador será mais observado (e cobrado, possivlemente) quanto Williams. Em O'Sullivan, os Kings trocaram um jogador popular com potencial. Dean Lombardi está confiante de que levou a melhor na troca, então cabe a Williams provar isso. Como os Kings parecem confortáveis com Dustin Brown na 2ª linha, Williams tera uma boa chance pra poder pegar a vaga na 1ª linha.
JOHN ZEILER
Essa temporada: 27 jogos, 0 gols, 1 assistência, 42 minutos em penalidades, 6:33 média de tempo no gelo.O bom: Zeiler basicamente faz o que pedem pra ele. Correr, bater e trazer energia à quarta linha. Ele parece entender o que lhe é designado ao time, e não reclamou quando foi um corte saudável (sem lesão) por mais da metade da temporada.
O ruim: Zeiler gerou algumas coisas boas em 2006-07, quando ele basicamente saiu do nada batendo e patinando. Isso gerou um contrato de 4 anos -- com média de $544,000 por temporda -- parece ter sido um retorspecto. Zeiler é um jogador reserva que não fez muito para provar que merece uma vaga.
Futuro: Com um jogador como Richard Clune causando repercussão no Manchester, não é errado dizer que o tempo de Zeiler com os Kings está perto de um fim. Zeiler dificilmente trará lucros (num modo relativo) e pode ser um substituto, mas os Kings estão no ponto que eles precisam ter mais do que "substitutos".
De volta com as notícias de fim de tmeporada. Dessa vez, Rich Hammond fez uma avaliação dos jogadores. Pra quem não manja de inglês, eu fiz uma tradução. Então, é só ler e vero que o futuro guarda para o Kings.
DEREK ARMSTRONG
Essa temporada: 56 jogos, 5 gols, 4 assistências, 63 minutos em penalidades, 8:29 de média de tempo no gelo.
O bom: Se lembram dos dias em que lesões e Andy Murray mantinham Armstrong como o central nº 2 (ou até mesmo nº 1) dos Kings? Essa nunca foi sua tarefa, e ele não deve ter nenhuma tarefa que consista nele jogando frequentemente mais de 8 minutos. Seu valor é claro. Ele é um central de 4ª linha que traz agresividade e intensidade ao time. Além disso, ele também é uma presença implacável no vestiário do time e é a ponte que liga novatos e veteranos.
O ruim: Em um time que está tendo um bom crescimento de jogadores para terceira e quarta linha, está cada vez mais difícil justificar um espaço para Derek Armstrong. Ele é um jogador de habilidade limitado, e jogadores como Trevor Lewis esperam uma chance.
Futuro: Armstrong fará 36 anos em algumas semanas e será um agente irrestrito, e os kings sabem que não conseguirão dele muito mais do que foi feito nesta temporada. A este ponto, ele é mais um mentor do que um jogador. É muito pequena a possibilidade de vê-lo assinar em outro time, então caberá ao time decidir se va querê-lo por mais um ano, se o deixará tantar a sorte em outro time ou se ele será, na próxima temporada, uma nova versão de Marty Murray.
BRIAN BOYLE
Essa temporada: 28 jogos, 4 gols, 1 assistência, 36 minutos em penalidades, 10:08 de média de tempo no gelo.
O bom: Mais uma vez, Boyle mostrou potencial o bastante para poder despontar e ter uma boa careira na NHL. Ele fez dois gols contra os Coyotes em 4 de abril e jogou bem o suficiente, sob os olhos de Terry Murray, para merecer um tempo na segunda linha neste fim de temporada.
O ruim: Mais uma vez, Boyle não conseguiu convencer Terry Murray e Dean Lombardi de que tem um bom jogo físico para permanecer na NHL. Não importa se você acha que Boyle é leve ou se acha que ele tem uma tarefa que não combina com o seu jeito de jogar. Murray e Lombardi deixaram claro o que eles querem de Boyle, e também que até agora ele não foi capaz de providenciar isso numa base consistente. Os números de Boyle no Manchester (10 gols, 11 assistênciass em 42 jogos) também não convenceram.
Futuro: Boyle é um agente restrito neste verão, então se os Kings lhe oferecerem um contrato, ele voltará. O fato de ele ser novo (24 anos) e tem potencial, combinado com o fato de que o desenvolvimento do clube não é direcionado diretamente a atacantes, provavelmente faz parecer mais para sim do que para não que Boyle estará jogando pela organização dos Kings na próxima temporada. Entretanto, vai ter que mostrar muito serviço no "campo de treinamento" se quiser ter sua camisa na NHL.
DUSTIN BROWN
Essa temporada: 80 jogos, 24 gols, 29 assistências, 64 minutos em penalidades, 19:24 média de tempo no gelo.
O bom: Brown começou o ano com as responsabilidades de ser o capitão do time, e o time realmente se mostrou mais unido do que tem sido nos últimos anos. O capitão não merece todo o crédito por isso, mas é seu trabalho manter a paz no vestiário, e tanto Dean Lombardi quanto Terry Murray notaram que os jogadores se dão bem entre si. Quando você está construindo um time, esse valor não pode ser subestimado. E enquanto Brown também recebeu responsabilidades em seu jogo, também liderou o time em chutes a gol e em trancos.
O ruim: Quando Brown marcou 33 gols temporada passada, a expectativa cresceu, mas ele caiu para 24 essa temporada. Parte disso pode ser atribuída ao fato de Terry Murray ter uma ênfase pela defesa, mas claramente tiveram períodos na tmeporada em que Brown não parecia ele mesmo. Tiveram outros fatores, como o nascimento prematuro de seu filho e uma descoberta de uma lesão no fim da temporada em suas costas, mas ele com certeza será cobrado de mais ofensividade temporada que vem.
Futuro: Os Kings precisam descobrir o que Brown realmente é. Ele é um artilheiro capaz de jogar na primeira linha, ou é melhor ele jogando na segunda linha ou até mesmo na terceira com Michal Handzus? Bem, os torcedores não precisam se preocupar muito com Brown. Ele vai chutar, dar trancos e, à medida que ele cresce e fica mais vocal, ele será um capitão capaz de sua função. Um pouco mais de gols temporada que vem já alivia a mente de todos.
KYLE CALDER
Essa temporada: 74 jogos, 8 gols, 19 assistências, 41 minutos em penalidades, 13:10 média de tempo no gelo.
O bom: Quando os Kings puseram Calder no lugar certo, ele fez um ótimo trabalho. Se você leva em consideração o plus-minus, Calder teve apenas -1 em um time que jogou muito mal no 5-contra-5.
O ruim: Não é culpa do Calder que Dean Lombardi lhe paga 2,7 milhões por ano, tampouco que Murray o colocou pra jogar na primeira linha algumas vezes. Claramente visível, Calder não merece esse dinehiro todo e nem esse lugar. Os Kings o contrataram esperando que ele pudesse reviver aquele jogador que marcou 26 gols em 2005-06, mas esse jogador não vai mais voltar. No máximo, ele é um jogador de 3ª linha que sabe bater um pouco e marcar um gol aqui ou um passe ali.
Futuro: Seria uma grande surpresa ver Calder nessa próxima temporada. Os kings têm vários jogadores capazes de jogar numa 3ª ou 4ª linha, e tem pelo menos um time que pode oferecer um contrato de 2 anos para Calder, a um preço menor.
DREW DOUGHTY
Essa temporada: 81 jogos, 6 gols, 21 assistências, 56 minutos em penalidades, 23:50 média de tempo em gelo.
O bom: Onde começar? Ele já era um jovem tido como "preparado para a NHL" quando foi draftado em junho último, mas será que alguém antecipou que Doughty seria tão bom assim? Tudo que ele fez foi jogar 81 jogos, liderar os Kings em tempo em gelo e ter muita presença nas unidads de powerplay e penalty kill. Estaria Doughty na classe de Nicklas Lidstrom? Não, claro que não, mas é difícil imaginar um defensor de 19 anos fazendo coisa muito melhor que Doughty fez essa temporada.
O ruim: Há coisas para evoluir, é claro, mas criticar o jogo de Doughty seria esquecer como é difícil um adolescente jogar na NHL.
Futuro: A única questão agora é, "Quão bom Doughty pode ser?''. O único detalhe sobre Doughty é que ele estava mais perto de ser um "produto terminado" em relação a outros prospectos. Isso pode ser verdade, mas quantos se sairiam tão bons quanto ele em sua primeira temporada? O fato é que sempre há espaço para melhoras, e o maior desafio de Doughty será evitar uma queda de seu rendimento.
DAVIS DREWISKE
Essa temporada: 17 jogos, 0 gols, 3 assistências, 18 minutos em penalidades, 17:19 média de tempo em gelo.
O bom: Quando Drewiske foi chamado para os Kings no começo de Fevereiro, depois da suspensão de Denis Gauthier, as expectativas não eram altas. Mas Drewiske fez cinco jogos sólidos e quando os Kings precisavam de um zagueiro no fim de Março, depois da cirurgia de Kyle Quincey, Drewiske veio denovo, e se saiu bem denovo. No fim da temporada, ele estava jogando mais de 20 minutos de jogo junto com Drew Doughty, e ele terminou a temporada com 2 assistências no jogo contra o San Jose.
O ruim: Drewiske não é um jogador "dinâmico", e vendo seus núeros na faculdade e nas ligas menores, é bem improvável que ele venha a ter alguma vocação ofensiva. Em compensação, não foi isso que lhe foi exigido esse ano.
Futuro: Esse vai ser interessante. Drewiske está com contrato de $500,000 pra próxima temporada, mas ele faz parte do crescimento na defesa. Ele está bem no meio, entre defensores estabilizados na NHL como Doughty, O'Donnell, Greene, Johnson e Quincey, e prospectos como Hickey, Voinov, Teubert e Martinez. Sua atuação forte pelo menos vai garantir boas chances no "campo de treinamento". Se os Kings precisarem de um zagueiro que faça bem o seu serviço defensivo, Drewiske terá uma ótima oportunidade.
ERIK ERSBERG
Essa temporada: 28 jogos, (25 começos), 8-11-5, 2.64 média de gols tomados, .900 porcentagem de defesas, 0 shutouts.
O bom: Durante um período de 16 começos entre novembro e dezembro, Ersberg teve 8-4-2 e tomou dois ou menos gols em 10 desses 16 começos. Seu controle de rebotes continua sendo sua força primária, e seu jogo durante períodos, combinado com o forte encerramento de 2007-08, lhe renderam uma extensão de 2 anos de contrato.
O ruim: Ersberg jogos esses 16 jogos com uma lesão na virilha, depois retornou e machucou o joelho. Ersberg venceu apenas um jogo depois de 13 de dezembro e levou 4 gols ou mais em 4 dos últimos 6 jogos. Lesões continuam sendo problema, devido ao seu porte físico. Será que Ersberg, que generosamente pode-se dizer que tem 82, talvez 83 quilos, durável o bastante para aguentar o tranco de longos períodos?
Futuro: Ersberg Está numa boa oportunidade de permanecer para o ano que vem. Claro que ele não vai ameaçar o lugar de Jonathan Quick, mas os outros goleiros, chamados Jonathan Bernier e Jeff Zatkoff, têm algo rodando contra eles. Dean Lombardi prefere que seus goleiros fiquem dois anos em ligas menores antes de irem para a NHL, apesar de ter violado suas regras com Quick essa temporada. Ersberg, pela sua experiência, é uma boa aposta para ser, pelo menos, o goleiro de backup nessa próxima temporada.
ALEXANDER FROLOV
Essa temporada: 77 jogos, 32 gols, 27 assistências, 30 minutos em penalidades, 19:55 média de tempo em gelo.
O bom: Frolov voltou a fazer bem o que ele faz melhor: gols. Ele marcou 35 gols em 2006-07, então voltou para 23 temporada passada, então voltou para a artilharia do time com 32 gols (incluindo 12, o maior do time, em powerplay), mesmo tendo dado apenas 16 chutes a mais que ano passado. Frolov foi capaz de produzir onde quer que Terry Murray o colocasse. ele jogou uma parte do tmpo na 3ª linha do lado de Michal Handzus, e fez um responável jogo defensivo. Quando o Frolov é determinado, ninguém é capaz de ser mais forte com o disco que ele.
O ruim: De Dave Taylor a Andy Murray a Dean Lombardi a Marc Crawford a Terry Murray, Frolov não tem sido capaz de afastar a ideia de que ele não é capaz de ser um vencedor e ser um jogador de ponta e conseguir extrair seu 100%. Parte disso é uma incógnita. Técnicos e gerentes gerais vêem seu talento e esperam que ele seja um jogador de elite da 1ª linha, mas ficam frustrados com a ideia de que não conseguem tirar o 100% que ele tem a oferecer. Injusto? Talvez.
Futuro: Bem vindos ao Big Brother Frolov. Com o seu contrato se encerando em 2010 e ele sendo um agente livre, e com as dúvidas a respeito de seu jogo, se preparem para ouvirem o nome del toda vez que um rumor sobre uma troca envolvendo nosso time venha à tona. No dia 1 de juhlo, os Kings podem tentar renovar ese contrato com o agente do jogador. Dean Lombardi disse que mesmo que não consiga uma renovação, ele quer manter o atacante para o resto da temporada.
DENIS GAUTHIER
Essa temporada: 65 jogos, 2 gols, 2 assistências, 90 minutos em penalidades, 14:32 média de tempo em gelo.
O bom: Enquanto sua habilidade é limitada, ele traz tamanho, agressividade e vontade para dar trancos. Com 32 anos e uma década de experiência na NHL, Gauthier trouxe equilíbrio à jovem linha azul na NHL.
O ruim: Esperar que Gauthier seja mais que um sexto ou sétimo zagueiro é inútil Ele está sujeito a turnovers e a penalidades bobas porque não tem habilidade com o disco. Ele também recebeu duas suspensões essa temporada, mas uma até que pode ser boa, porque permitiu a emergência de Davis Drewiske.
Futuro: Gauthier é um agente livre esse verão, e embora a maioria não o queira de volta, não é surpresa se ele retornar. Depois de Sean O'Donnell, o zagueiro mais velho é Matt Greene, com 25 anos. Mesmo que a defesa dos Kings seja preenchida com jogadores de grande porte, não seria novidade se trouxessem algum jogador marrento para uma sexta ou sétima vaga. Pode não ser Gauthier, mas seria alguém com características similares.
MATT GREENE
Essa temporada: 82 jogos, 2 gols, 12 assistências, 111 minutos em penalidades, 19:44 média de tmepo no gelo.
O bom: Em um momento bem delicado para o time na temporada, Greene caiu para bloquear um chute que explodiu no lado esquedo do seu rosto, num vitória em 9 de março contra o Vancouver. Provavelmente ele não quer fazer disso uma rotina, mas isso mostra o tipo de jogador que ele é para os Kings. O corpo de Greene é repleto de cicatrizes, marcas e cortes, e ele muitas vezes é o "guerreiro mentor" que Mattias Norstrom era aqui. No melhor de tudo, é um zagueiro estável.
O ruim: Sua pior tendência negativa consiste em cometer penalidades, porém os treinadores não ligam para isso, desde que cometidas nas horas certas. Ele também não tem vocação ofensiva, tampouco sabe sair jogando com o disco, mas não foi isso que o time procurou quando o trouxe
Futuro: Sua firmeza, liderança e idade (26 anos mês que vem), farão dele um membro a ser valorizado no futuro. Outros zagueiros têm mais habilidade, mas ele tem uma qualidade intangível, que Terry Murray reconheceu quando colocou um "A" em sua camisa.
#54 Purcell - #11 Kopitar - #23 Brown
#24 Frolov - #28 Stoll - #5 Harrold
#19 Calder - #26 Handzus - #17 Simmonds
##41 Ivanans - #7 Armstrong - #33 Westgarth
#6 O'Donnell - #8 Doughty
#27 Quincey - #2 Greene
#3 Johnson - #21 Gauthier
Nashville Predators (sujeito a mudanças)
#26 Sullivan - #11 Legwand - #10 Erat
#71 Dumont - #38 Fiddler - #29 Ward
#22 Tootoo - #25 Smithson - #28 Jones
#4 Koistinen - #12 Nichol - #3 Belak
#6 Weber - #20 Suter
#2 Hamhuis - #5 Zanon
#7 de Vries - #8 Klein
Gols por jogo:
LA – 2.57 (23rd in NHL)
NSH – 2.48 (27th in NHL)
Goals Against Average:
LA – 2.81 (T-13th in NHL)
NSH – 2.70 (8th in NHL)
Shots Per Game:
LA – 29.7 (14th in NHL)
NSH – 29.1 (T-18th in NHL)
Shots Against Per Game:
LA – 27.6 (2nd in NHL)
NSH – 29.3 (13th in NHL)
Power Play %:
LA – 19.9 (12th in NHL)
NSH – 13.9 (29th in NHL)
Penalty Kill %:
LA – 82.7 (8th in NHL)
NSH – 84.8 (3rd in NHL)
10/25/08 - Kings @ Predators 5-4 (Predators win)
Home Record:
LA – 16-13-8
NSH – 21-12-3
Away Record:
LA – 13-16-2
NSH – 13-18-2
Last 10 Games:
LA – 4-5-1
NSH – 7-2-1
Overtime/Shootout Record:
LA – 6-10
NSH – 9-5
Justin Williams (Lesionou-se em 02/16/09)
Jason Arnott (Lesionou-se em 03/15/09)
Radek Bonk (Lesionou-se em 02/22/09)
Alexander Sulzer (Lesionou-se em 01/29/09)
Fonte: Forum Let's Go Kings e NHL.com
#54 Purcell - #11 Kopitar - #23 Brown
#24 Frolov - #28 Stoll - #5 Harrold
#9 Moller - #26 Handzus - #17 Simmonds
#19 Calder - #7 Armstrong - #33 Westgarth
#6 O'Donnell - #8 Doughty
#27 Quincey - #2 Greene
#3 Johnson - #21 Gauthier
Vancouver Canucks (sujeito a mudanças)
#22 D. Sedin - #33 H. Sedin - #14 Burrows
#17 Kesler - #13 Sundin - #38 Demitra
#9 Pyatt - #42 Wellwood - #18 Bernier
#24 Hordichuk - #10 Johnson - #21 Raymond
#2 Ohlund - #23 Edler
#8 Mitchell - #6 Salo
#55 O'Brien - #3 Bieksa
LA – 2.61 (22nd in NHL)
VAN – 2.96 (T-10th in NHL)
Goals Against Average:
LA – 2.82 (14th in NHL)
VAN – 2.71 (T-7th in NHL)
Shots Por Jogo:
LA – 29.8 (14th in NHL)
VAN – 28.7 (23rd in NHL)
Shots Levados Por Jogo:
LA – 27.3 (1st in NHL)
VAN – 29.3 (11th in NHL)
Power Play %:
LA – 20.5 (10th in NHL)
VAN – 18.1 (17th in NHL)
Penalty Kill %:
LA – 82.2 (11th in NHL)
VAN – 79.3 (24th in NHL)
03/09/09 - Canucks @ Kings 3-2 (Kings win)
10/30/08 - Canucks @ Kings 4-0 (Canucks win)
Home Record:
LA – 16-13-8
VAN – 18-11-4
Away Record:
LA – 13-15-1
VAN – 16-12-5
Last 10 Games:
LA – 4-6-0
VAN – 7-2-1
Overtime/Shootout Record:
LA – 6-9
VAN – 6-9
Justin Williams (Lesionou-se em 02/16/09)
Jannik Hansen (Lesionou-se em 02/20/09)
Rick Rypien (Lesionou-se em 10/21/08)